29 outubro 2009


A Felicidade!

Não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho.
Assim, aproveite todos os momentos
Porque o tempo não espera por ninguém.
Como tal, pare de esperar…
…até que termine ou volte para a Universidade;
…até que perca ou ganhe 5 quilos;
…até que tenha tido filhos ou até que eles saíam de casa;
…até Sexta à noite ou até Segunda de manhã;
…ate que tenha comprado casa nova ou até que a mesma tenha sido paga;
…até ao próximo Verão, Primavera, Outono ou Inverno;
…até que você morra;
…até que nasça de novo;
…não há hora melhor para ser feliz…
…do que AGORA MESMO!
A Felicidade é uma viagem, não um destino.
Por isso…
“Trabalhe como se não precisa-se de dinheiro;
Ame como se nunca se tivesse magoado
e dance como se não estivesse ninguém a olhar para si!!!”

(Autor Desconhecido)

20 outubro 2009


A felicidade às vezes é uma bênção, mas geralmente é uma conquista.
"Paulo Coelho"
...

12 outubro 2009

Fomos ao CIRCO...

Este Sábado o Gabriel foi ao Circo, e contrariamente ao dia anterior, que fez a pior birra de sempre, no Sábado portou-se que nem um homenzinho...
Nunca pensei na verdade que se porta-se tão bem, achei que ia ficar irrequieto e não iriamos consegir ficar até ao fim, ou até que tivesse medo dos palhaços ou dos animais...mas não na verdade esteve mesmo muito bem, ficou só um pouco apreensivo na altura em que os palhaços simulavam que se agrediam e um deles chorava, mas explicamos-lhe que era a brincar...
Para ser sincera já não me lembrava da ultima vez que tinha ido ao circo e foi realmente uma tarde bem passada, pois para além dos tipicos palhaços, havia também, malabaristas, aves amestradas, cavalos, camelos, uma avestruz, cobras, um crocodilo, cada um deles com uma actuação específica...
Enfim foi uma tarde no minimo diferente, e adorei ver o "minorca", com aquele ar sério e atento a tudo o que o rodeava, no final do dia e já em casa não falava de outra coisa e até tentou imitar uma das actuações dos palhaços...
Bem é mais uma experiência nova!!

A importância de saber chegar a casa a horas.
Mário Cordeiro, pediatra, disse na semana passada numa conferência organizada pelo Departamento de Assuntos Sociais e Culturais da Câmara Municipal de Oeiras, que muitas birras e até problemas mais graves poderiam ser evitados se os pais conseguissem largar tudo quando chegam a casa para se dedicarem inteiramente aos seus filhos durante dez minutos.
Ao fim do dia os filhos têm tantas saudades dos pais e têm uma expectativa tão grande em relação ao momento da sua chegada a casa que bastava chegar, largar a pasta e o telemóvel e ficar exclusivamente disponível para eles, para os saciar. Passados dez minutos eles próprios deixam os pais naturalmente e voltam para as suas brincadeiras. Estes dez minutos de atenção exclusiva servem para os tranquilizar, para eles sentirem que os pais também morrem de saudades deles e que são uma prioridade absoluta na sua vida. Claro que os dez minutos podem ser estendidos ou até encurtados conforme as circunstâncias do momento ou de cada dia. A ideia é que haja um tempo suficiente e de grande qualidade para estar com os filhos e dedicar-lhes toda a atenção.
Por incrível que pareça, esta atitude de largar tudo e desligar o telemóvel tem efeitos imediatos e facilmente verificáveis no dia-a-dia.
Todos os pais sabem por experiência própria que o cansaço do fim de dia, os nervos e stress acumulados e ainda a falta de atenção ou disponibilidade para estar com os filhos, dão origem a uma espiral negativa de sentimentos, impaciências e birras.
Por outras palavras, uma criança que espera pelos pais o dia inteiro e, quando os vê chegar, não os sente disponíveis para ela, acaba fatalmente por chamar a sua atenção da pior forma.
Por tudo isto e pelo que fica dito no início sobre a importância fundamental que os pais têm no desenvolvimento dos seus filhos, é bom não perder de vista os timings e perceber que está nas nossas mãos fazer o tempo correr a nosso favor.
"In Boletim de Julho da Acreditar"

08 outubro 2009


O tempo passa e tu cresces a olhos vistos;
O tempo passa e tu deixas de ser aquele bebé que outrora carreguei nos meus braços;
O tempo passa e tu mudas as feições;
O tempo passa e tornas-te mais independente;
O tempo passa e enches-me de alegria;
O tempo passa mas esse teu sorriso mantêm-se;
O tempo passa e segues o teu caminho forte confiante;
O tempo passa e enches-me o coração e a alma;
O tempo passa e amo-te mais e mais...
O tempo passa e que continue a passar...que eu estarei sempre aqui junto a ti!!

06 outubro 2009


"É uma pena que nós levemos tão a sério as lições da vida somente quando já não nos servem para nada."

Pensamento de Oscar Wilde.

01 outubro 2009

Para Reflectir...


O autor deste texto é João Pereira Coutinho, jornalista. Vale a pena ler!

" Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas. Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar. Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito. É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho. Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac. É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima. Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade! "


PS: Recebi este texto por mail e decidi compartilha-lo com todos os que nos visitam...